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HOMICÍDIO

Vereador e filho são encontrados mortos dentro de casa

De acordo com a Polícia Militar, Ismael e Thiago foram assassinados a tiros.

22/08/2019 10h50
Por: São Bento em Foco
Fonte: CLICKPB
A perícia da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNit/SG) foi acionada. (Foto: Reprodução)
A perícia da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNit/SG) foi acionada. (Foto: Reprodução)

O vereador Ismael Breve de Marins (DEM), de 59 anos, de Maricá, na Região dos Lagos, e o filho dele, o advogado André Marins de Marins, foram encontrados mortos em casa, na Rua Agrípio Luis da Costa, no bairro Zacarias, naquele município, na madrugada desta quinta-feira (22). Policiais militares do 12º BPM (Niterói) estão no local. A perícia da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNit/SG) foi acionada. De acordo com a Polícia Militar, Ismael e Thiago foram assassinados a tiros.

Em nota, a Câmara Municipal de Maricá lamentou as mortes e pediu a apuração do que aconteceu: "A Câmara Municipal de Maricá lamenta, profundamente, a morte do vereador Ismael Breve e de seu filho Thiago Marins. Ambos foram brutalmente assassinados na madrugada desta quinta-feira (22). A Câmara decreta luto oficial de três dias e por isso a Casa de Leis permanecerá fechada neste período. A Câmara pede a apuração dos fatos".

Também este ano, dois jornalistas que se empenhavam em noticiar acontecimentos políticos de Maricá foram assassinados. No dia 25 de maio, Robson Giorno, de 45 anos, dono do jornal "O Maricá", foi baleado perto de sua casa e morreu dois dias depois. Ele era filiado ao Avante e tinha a intenção de se candidatar a prefeito na próxima eleição. Fundador do site Lei Seca Maricá, o jornalista Romário Barros, de 31 anos, foi morto com três tiros, no bairro de Araçatiba, em Maricá, em 18 de junho.
Após esses assassinatos, a Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil fez um alerta ao deputado estadual Fillipe Poubel (PSL) para que ele reforçasse sua segurança.

Um relatório do órgão apontou “risco alto” de ele ser vítima de execução ou sequestro praticados por organização criminosa. Isso porque, assim como os jornalistas, Poubel usa — desde que era vereador em Maricá — as redes sociais para denunciar supostas irregularidades e políticos da região.

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