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Sebrae: 77% dos pequenos negócios da PB usam redes sociais para vendas

O estudo revelou, também, que as redes sociais mais usadas para vendas entre os empreendedores da Paraíba são WhatsApp (86%), Instagram (59%), Facebook (36%) e site próprio (14%).

05/01/2021 10h46
Por: São Bento em Foco Fonte: PBAgora
Sebrae: 77% dos pequenos negócios da PB usam redes sociais para vendas

Pesquisa realizada em parceria com a Fundação Getúlio Vargas aponta impacto da pandemia do coronavírus nas empresas

Na Paraíba, 77% dos donos de pequenos negócios afirmaram que usam as redes sociais, a exemplo de aplicativos como WhatsAppFacebook e Instagram, para realizar vendas. Em comparação às demais unidades da federação do país, o estado ficou em terceiro lugar entre os que mais utilizam estas ferramentas para vender produtos e serviços.

Além disso, 76% dos empreendedores do estado pretendem fazer algum tipo de investimento em 2021. Os dados foram extraídos da pesquisa “O impacto da pandemia do coronavírus nos pequenos negócios”, feita pelo Sebrae e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que está em sua 9ª edição.

O estudo revelou, também, que as redes sociais mais usadas para vendas entre os empreendedores da Paraíba são WhatsApp (86%), Instagram (59%), Facebook (36%) e site próprio (14%). Além disso, conforme apontou a pesquisa, as ferramentas digitais mais utilizadas pelos donos de pequenos negócios são WhatsApp for Business (52%), Google Meu Negócio (36%), Programa (software ou aplicativo) de gestão (33%) e propagandas pagas no Google, Facebook ou Instagram (31%).

Outro ponto avaliado pelo levantamento foi em relação à intenção dos empreendedores no tocante aos investimentos para 2021. Para 19% dos ouvidos pela pesquisa, o investimento será feito na divulgação do negócio, enquanto 14% afirmaram que pretendem ampliar o mix de produtos e serviços neste ano.

Por sua vez, modernizar o negócio (13%) e ampliar a capacidade produtiva ou de atendimento (13%) são, também, as pretensões de investimento para os empreendedores paraibanos. No entanto, 20% dos respondentes afirmaram não ter condições de fazer algum tipo de investimento em 2021, enquanto 3% disseram preferir guardar recursos para uma emergência.

De acordo com a gerente da Unidade de Gestão Estratégica e Monitoramento do Sebrae Paraíba, Ivani Costa, a digitalização das atividades foi intensa em 2020, devido à pandemia do coronavírus. Desta forma, atividades tais como comércio, serviços, educação e lazer passaram a depender de algum tipo de tecnologia para seguirem funcionando.

“Nos pequenos negócios, várias inovações foram impulsionadas pela pandemia, principalmente aquelas envolvendo melhorias das condições do isolamento social, a exemplo de deliveries, home office, reformas residenciais, etc. Na Paraíba, não foi diferente. Muitos negócios migraram para o mercado online, consolidando de vez o e-commerce e colocando em prática os conceitos ligados à experiência do cliente, muito valorizada na atualidade. Ficou evidente que, para se manter no mercado, mesmo distante fisicamente, as empresas precisam proporcionar ao cliente a melhor experiência possível, e isso implica na maior interação entre o físico e o digital”, avaliou.

Brasil

No país, o levantamento confirmou um comportamento dos empresários no sentido de implementar inovações em seus negócios como forma de driblar os obstáculos impostos pela pandemia. A pesquisa apontou um aumento (de 67% para 70%) na proporção de empresas que vendem utilizando internet (apps, Instagram, WhatsApp, etc). De acordo com os entrevistados, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (84%), seguida pelo Instagram (54%) e Facebook (51%).

Além disso, o estudo mostrou que, apesar de todas as dificuldades enfrentadas em 2020, a maioria dos empresários (63%) continua otimista e pretende realizar investimentos neste ano. Os aspectos prioritários onde os empreendedores pretendem aplicar seus recursos são: divulgação (13%), modernização de produtos e processos (13%), ampliação do atendimento ou capacidade produtiva (9%), além de ampliação do mix de produtos/serviços (9%), entre outros.

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