Novo levantamento apresentado pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (7) mostrou que 62% dos municípios brasileiros estão em alerta (39,8%) ou risco de surto (22,2%) para dengue, zika e chikungunya. Ao todo, 5.191 cidades realizaram algum tipo de monitoramento para o Aedes aegypti.

Os números estão presentes no Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes Aegypti (LIRAa). No total, 21 capitais realizaram algum tipo de monitoramento e apenas três delas apresentam índice satisfatório: São Paulo, João Pessoa e Aracaju. Já Cuiabá e Rio Branco apresentam risco para surto das doenças relacionadas ao mosquito.

Capitais em alerta:

  1. Rio de Janeiro
  2. Fortaleza
  3. Porto Velho
  4. Palmas
  5. Maceió
  6. Salvador
  7. Teresina
  8. Recife
  9. Brasília
  10. Vitória
  11. São Luis
  12. Belém
  13. Macapá
  14. Manaus
  15. Goiânia

As cidades de Boa Vista, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Campo Grande não enviaram informações.

O monitoramento do LIRAa permite que sejam identificados onde estão concentrados os focos de criadouro do mosquito. No Nordeste, o armazenamento de água doméstico – em torres, barris – é o principal problema. No Norte, Sul e Centro-oeste o depósitos de lixo são os locais onde há a disseminação das larvas. No Sudeste, as casas atraem o Aedes: vasos e frascos com água, pratos e garrafas.

G1 

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